Área do Corretor: Entrar

09/09/2026

“Quem faz Jundiaí acontecer” série enaltece histórias de empreendedores jundiaienses

Série especial apresenta jundiaienses que transformam talento, trabalho e paixão em experiências que fazem parte da identidade de Jundiaí.

O interior tem um brilho diferente. E ele não está apenas nas ruas, nas praças ou nos prédios que ajudam a formar a paisagem de uma cidade. Está, principalmente, nas mãos de quem vive, cria, empreende e transforma ideias em histórias. É com esse olhar que a Santa Angela apresenta “Quem faz Jundiaí acontecer!”, uma série especial que percorre diferentes histórias de empreendedores da cidade que movimentam a economia, fortalecem a identidade local e inspiram a comunidade.

Cátia Siqueira, gerente executiva Comercial e de Marketing, explicou que a série pretende dar visibilidade às pessoas que participam do crescimento e desenvolvimento da cidade. “Jundiaí é uma cidade construída por muitas histórias, por pessoas que empreendem, criam, produzem e acreditam no potencial da nossa região. Com a série ‘Quem faz Jundiaí acontecer!’, queremos mostrar a diversidade de talentos e iniciativas que movimentam a nossa cidade. Para a Santa Angela, valorizar Jundiaí também significa olhar para quem faz parte da sua história e contribui diariamente para o desenvolvimento da comunidade. Esse projeto, desenvolvido pelo nosso departamento de Marketing em parceria com a Gogo Digital, nasceu desse desejo de estar cada vez mais próximo das pessoas e contar histórias que tenham conexão verdadeira com a cidade onde estamos presentes”, comenta.

 

Apresentada pela jornalista Laura Buoro, a série mergulha no universo de pessoas e negócios que fazem parte da economia criativa, do turismo e da produção local. No primeiro episódio, que está disponível no Youtube e também no Instagram e Facebook, duas histórias mostram como talento e tradição podem ganhar novos caminhos: a do artista tatuador e plástico Leonardo Serezuela e a do Capril Capriolês, que há décadas transforma o leite produzido na propriedade em queijos e outros produtos artesanais.

Quando a arte ganha a pele e as telas

No centro de Jundiaí, o trabalho de Leonardo Serezuela revela uma cidade que também pulsa por meio da arte. Tatuador e artista plástico, ele encontrou na criação uma forma de se conectar com as pessoas — seja por meio de uma tatuagem que acompanha alguém por toda a vida, seja por uma obra que encontra espaço em uma casa.

Para Leonardo, tatuar vai muito além de reproduzir um desenho na pele. Existe uma relação de confiança e uma experiência que permanece na memória. “A tatuagem não é só um desenho, ela é uma memória que a pessoa vai levar para o resto da vida”, defende. Essa responsabilidade também aparece na maneira como o artista enxerga suas obras. Nas telas, ele encontra ainda mais liberdade para expressar aquilo que pensa e sente, sem necessariamente partir de uma encomenda ou de um pedido específico. “Quando uma pessoa escolhe levar uma das obras para casa, o sentimento é ainda mais especial: é a confirmação de que minha arte encontrou alguém e passou a fazer parte de uma nova história”, explica.

Essa relação com a cidade também levou Leonardo a criar seu próprio espaço. Para ele, Jundiaí é rica em talentos, na tatuagem, na música, nas artes plásticas e em diferentes manifestações criativas, mas ainda existem poucos lugares para que esses artistas possam apresentar seus trabalhos. A sua ideia transformou uma necessidade em oportunidade. “Falta espaço para os artistas que não têm acesso. Eu vou criar o meu”, conta Leonardo. Assim nasceu sua galeria e ateliê, no Centro de Jundiaí, um espaço aberto ao público que também busca acolher outros artistas e ampliar as possibilidades de contato entre a produção artística e a comunidade. A Galeria e ateliê de Leonardo Serezuela: Rua Senador Fonseca, 1340, Centro, Jundiaí.

Do campo para a mesa: tradição que virou experiência

Da arte urbana, o primeiro episódio segue para a zona rural de Jundiaí, onde outra história mostra a força de quem produz na cidade. No Capril Capriolês, a tradição do campo se encontra com o turismo e a gastronomia. A propriedade produz leite e queijos artesanais a partir da produção própria de leite de vaca e de cabra, mantendo uma história que já atravessa mais de 35 anos.

A trajetória começou com a produção de leite de cabra e, posteriormente, avançou para a fabricação de produtos como iogurtes e queijos. Durante a pandemia, a família percebeu uma nova possibilidade: transformar o local de produção também em um espaço para receber visitantes. Foi assim que o negócio ganhou uma loja e uma estrutura preparada para receber o público, aproximando consumidores da origem dos produtos e fortalecendo uma das vocações de Jundiaí: o turismo rural.

A proximidade com grandes centros, como São Paulo e Campinas, amplia ainda mais esse potencial. Mas existe algo que diferencia a experiência do Capril Capriolês: o cuidado. Para Luísa, da família responsável pela produção, a qualidade dos produtos começa muito antes da fabricação. Ela está no bem-estar dos animais, na alimentação, na higiene, no respeito aos processos e na paciência necessária para produzir artesanalmente.

Um dos exemplos é o queijo boursin, que leva dias para ser produzido e exige que cada etapa seja respeitada. “É todo um processo orgânico que você não consegue ultrapassar e nem atropelar”, explica. Esse cuidado se transforma em sabor em identidade. A história de mais de três décadas está presente nos produtos, na identidade visual e na própria experiência oferecida aos visitantes. “É como se o carinho dedicado aos animais e à produção pudesse ser percebido também à mesa”, avalia.

Pessoas que fazem Jundiaí acontecer

Duas histórias diferentes, dois universos aparentemente distantes e uma mesma essência: a capacidade de transformar conhecimento, talento, trabalho e paixão em algo que gera valor para a cidade.

Leonardo mostra a força da economia criativa e a importância de criar espaços para a arte circular. O Capril Capriolês revela como a produção rural, o empreendedorismo e o turismo podem caminhar juntos, preservando tradições e criando experiências. “São histórias que ajudam a contar quem é Jundiaí e mostram que uma cidade não é feita apenas de grandes obras ou números. Ela também é construída diariamente por pessoas que acreditam no que fazem e encontram maneiras de fazer seus negócios crescerem junto com a comunidade”, reforça Cátia Siqueira, gerente executiva Comercial e de Marketing da Santa Angela.

Quando escolhemos conhecer, consumir e valorizar produtos e serviços de empreendedores locais, ajudamos a fortalecer essa rede e fazemos a economia da cidade girar. Porque Jundiaí acontece todos os dias, pelas mãos de quem cria, produz, empreende e acredita no lugar onde vive.

“Acompanhe a série “Quem faz Jundiaí acontecer!” e conheça, nos próximos episódios, outras pessoas, histórias e negócios que ajudam a construir a nossa cidade”, convida Cátia.

Pra você continuar lendo: