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18/05/2026

Santa Angela celebra o Dia das Mães com sessão especial de cinema

Em comemoração ao Dia das Mães, a Santa Angela Construtora promoveu, na segunda-feira, 11 de maio, uma experiência especial para colaboradoras da empresa. As mães participaram de uma sessão de cinema no JundiaíShopping para assistir ao filme O Diabo Veste Prada 2, reunindo lazer, integração e momentos de reflexão sobre os desafios da vida feminina contemporânea.

As comemorações começaram ainda no dia 7 de maio, quando a empresa promoveu a exibição do primeiro longa, O Diabo Veste Prada, permitindo que colaboradoras que nunca haviam assistido ao clássico conhecessem a história e que outras revivessem a trama antes de acompanhar a sequência, lançada duas décadas depois.

O encontro reuniu mulheres com diferentes histórias de vida e trajetórias de maternidade: mães solo, mães viúvas, mulheres que conciliam múltiplos papéis diariamente e uma delas chamou a atenção, Mislene Olinda da Silva, viveu a experiência inédita de ir ao cinema pela primeira vez, aos 47 anos. “É tudo novo para mim e estou muito feliz que a empresa em que eu trabalho está me proporcionando isso”, contou. Sua única experiência, até então, era na sala de casa. Após a exibição do filme, ela estava encantada. “Foi incrível, maravilhoso e com direito a pipoca e refrigerante, quase uma refeição! Fiquei até assustada com o tamanho da sala e da tela, mas foi maravilhoso. Agora, quero vir com minhas filhas, de 21 e 14 anos”, comentou, reforçando que é a primeira vez, em sua vida profissional, que é tão bem tratada por uma empresa. “A Santa Angela não se preocupa apenas em oferecer estes momentos diferentes pra gente, mas a empresa cuida de todos no dia a dia também, e falo com propriedade, pois em duas ocasiões precisei e recebi todo o suporte”, completou.

Mislene Olinda da Silva

Viviane Carvalho Nabor, que atua há mais de cinco anos no departamento de Recursos Humanos, contou que este foi a primeira comemoração após perder o marido em 2025, devido a um câncer. “Estou me adaptando a esta nova realidade, a maternidade solo, à ausência do meu marido e à responsabilidade de criar nossa filha de 10 anos. “Ela tem sido minha força, mas graças a Deus, tenho também uma rede de apoio familiar muito importante, meus pais e meus sogros, mas, apesar disso, sigo alerta, a preocupação com a situação financeira, a educação da minha filha e o nosso futuro é presente, mas sou muito otimista e acredito que, com fé, vamos superar todos os desafios”, compartilhou.

Viviane Carvalho Nabor

Uma história linda de abnegação, resiliência e fé, é a da Cássia Ap. Mingoti Benassi Papa, que atua na gestão do CEDOC. Além da filha, hoje ela é mãe da sua própria mãe, que tem Alzheimer, e “mãe” do marido, que está acamado, devido a um tumor cerebral e um tratamento que deixou sequelas. “Foi muito difícil, a medicina não era tão avançada

como é hoje e, depois de algumas cirurgias, meu marido ficou com sequelas gravíssimas, minha filha tinha apenas 2 anos e meio, quando ele foi diagnosticado e fui driblando essa realidade com os recursos que tinha”, relembrou. “Hoje, minha filha é casada, me mudei para perto dela, para tê-la como uma rede de apoio e faço tudo por amor, sem me arrepender um minuto sequer: faria algumas coisas de forma diferente, mas me arrepender, jamais!”, garantiu, reforçando que encontra apoio também na empresa, que entendeu que o trabalho em home office iria ajudá-la a administrar o seu dia a dia. “A Santa Angela é a minha vida social, onde consigo mostrar o meu potencial como mulher e como profissional”, completou.

Cássia Ap. Mingoti Benassi Papa

A sessão de cinema também reuniu histórias de mulheres que tem mais que o horário comercial em comum. Mãe e filha atuando juntas na empresa. Bruna Moriele Fachini Oliveira chegou primeiro, há 20 anos, e quando surgiu a vaga, há quase 14 anos, para um serviço de confiança, ela não hesitou em indicar a mãe, Célia Fachini. “Minha mãe entrou como freelancer que se tornou fixo e ela cumpre bem o seu papel”, contou Bruna. “Amo trabalhar e me sinto muito bem aqui, contribuindo com as pessoas”, reforçou Célia. E apesar de serem mãe e filha trabalhando na mesma empresa, conseguem separar bem a relação familiar e a de trabalho. “Não deixamos interferir: serviço é serviço, em casa é em casa”, explicou Bruna. Para Célia, é muito bom dividir a vida profissional com os filhos. “Além da Bruna, tenho o Matheus Fachini, gestor de obras: tenho muito orgulho dos meus filhos serem profissionais respeitados e de confiança”, completou.

Célia Fachini e Bruna Moriele Fachini Oliveira

Uma mãe solo motivada em oferecer o melhor para a filha: esta é Josiane Cristina Marçal, que se divorciou há pouco mais de 3 anos e, desde então, ocupa o papel de mãe e pai na vida da pequena Beatriz, de 12 anos. “Sou responsável por todos os cuidados e decisões importantes, sou eu que a acompanha e, apesar de atuar na área administrativa financeira da Santa Angela, em casa, sou mãe, professora, psicóloga e amiga”, enumerou, comentando sobre o desafio diário. “Faço tudo por ela, mas é desafiador, não posso negar, mas, ao mesmo tempo, é um presente. Sinto que Deus me escolheu para criá-la com princípios e valores para que se torne uma mulher forte e preparada e, apesar de ter um relacionamento com o pai, ela sempre recorre a mim: somos parceiras e ela sabe que sempre poderá contar comigo”, contou.

Josiane Cristina Marçal

A ação fez parte da programação especial desenvolvida pela empresa para celebrar o Dia das Mães, valorizando histórias reais e fortalecendo vínculos entre as colaboradoras em um ambiente de troca, empatia e reconhecimento. Para a gerente executiva de Recursos Humanos da Santa Angela, Viviane Quiessi, a iniciativa reforça o compromisso da empresa em proporcionar momentos de acolhimento, convivência e valorização das colaboradoras.

“Mais do que uma homenagem, pensamos em um momento de conexão entre essas mulheres, que diariamente equilibram maternidade, carreira, casa e tantos outros desafios. O filme também traz reflexões importantes sobre escolhas, carreira, pressão profissional e a forma como cada mulher constrói sua própria trajetória”, destacou Viviane.

 

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