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Maria Ivete: a superação através do amor

Outubro é mês da luta contra o câncer de mama, não só no Brasil, mas ao redor do mundo. E todos nós somos convidados a vestir a camisa rosa e aderir esse movimento tão especial.

O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e, na maioria dos casos, atinge mulheres acima dos 30 anos. De acordo com a estimativa do Instituto Nacional de Câncer, em 2016 foram previstos cerca de 60 mil novos casos no país, contabilizando um total de 15 mil mortes no final do ano. Por isso, essa é a época de alertar as mulheres sobre a importância da prevenção e do auto exame.

Maria Ivete

Hoje, vamos contar um pouco da emocionante história da Maria Ivete Carrero Gatto, que descobriu um câncer de mama há alguns anos.

Ivete tem 53 anos e é prestadora de serviços na Construtora Santa Angela. Trabalha desde janeiro de 2014 cuidando do CDOC (Centro de Documentação da Santa Angela). Ela é casada com Carlos e tem dois filhos, Carlos Vinícius de 26 anos e Flávia, de 21.

Ivete descobriu o câncer de mama em 2013. De acordo com sua médica, foi o mais brando que ela poderia ter tido, já que foi em apenas um quadrante da mama. Por esse motivo, não precisou retirar a mama toda e não fez quimioterapia, apenas radioterapia – não provocando a queda de cabelo, por exemplo.

Descoberta

Tudo começou quando Ivete sentiu uma íngua debaixo do braço. Não havia nenhum histórico de câncer na sua família, mas apesar de não realizar o autoexame, desde os 40 anos Maria fazia as mamografias orientadas pela sua ginecologista.

Após consultar a sua médica, realizou uma mamografia e foi descoberto um nódulo pequeno, conhecido como carcinoma.

“Senti como se aquela fosse uma sentença de morte. A primeira coisa que a gente pensa é que vai morrer. Mas o apoio da família e dos amigos foi fundamental”, conta. “Foi tudo muito rápido, entre o diagnóstico e a cirurgia foram 20 dias, graças a Deus eu tinha um bom plano de saúde e o tratamento foi todo em Jundiaí”, lembra. “Mas mesmo quem não tem plano de saúde, o SUS, fornece toda o tratamento e medicação de graça”.

Diagnóstico

O diagnóstico veio em 2013 e em janeiro de 2014 Ivete recebeu o convite da Célia Benassi (então diretora comercial da Santa Angela) para trabalhar na construtora. “A empresa e todos os colaboradores me acolheram muito bem”, destaca.

Ivete não sabe explicar o motivo do câncer. “Sempre teve uma vida regrada, feliz ao lado do marido e dos filhos”. Porém, ela avalia que quando se aposentou sua vida mudou. “Fiquei dois anos sem trabalhar. O primeiro mês parecia que estava de férias, mas depois, tudo começou a incomodar. E de pró-ativa que era, com responsabilidades e um dia a dia corrido e atarefado, passei a ser apenas dona de casa e isso foi me entristecendo”.

O diagnóstico mudou tudo na sua vida: sua forma de pensar, de planejar as coisas e seu dia a dia. “Hoje tenho uma série de restrições, como não carregar peso, por exemplo. Tenho que praticar atividade física e os remédios provocam uma série de efeitos colaterais, mas fora tudo isso, está tudo bem: estou viva e isso é mais importante. A doença me assustou, mas não me revoltou. Hoje fico mais atenta e procuro orientação médica em qualquer dorzinha”, aconselha.

Tratamento

Foram 28 sessões de radioterapia que deixaram sua pele comprometida. A família esteve ao seu lado o tempo todo, dando muita força e ânimo. “Eles se mostraram firmes o tempo todo. No início, meu marido tomou a frente para agendar os exames e tratamentos, pois eu só chorava. Minha filha me ajudava a fazer os curativos, todos foram muito carinhosos e amorosos em mostrar que eu sairia dessa”, lembra.

E saiu! Por eles, principalmente. “Meu primeiro pensamento foi não ver meus filhos se formarem, casarem, conhecer meus netos…”, emociona-se. “O ser humano é movido por sonhos, em fazer planos para o futuro, mas aprendi que o mais importante é o presente, valorizar os momentos é o mais importante. Hoje, encaro meus dias de frente, mas tenho sonhos sim, quero ver meus filhos formados, quero conhecer Orlando”.

Durante o tratamento, Ivete conta que ouviu relatos bons e ruins, conselhos que agregavam e opiniões que ela descartou. “Aprendi a dar valor para o que vinha de bom na minha vida. Sou católica praticante e a fé de que ia dar tudo certo eu sempre trouxe comigo. Sou uma vitoriosa e se alguém receber um diagnóstico como eu recebi, não se desespere, não perca a esperança. Cada caso é um caso e o quanto mais rápido procurar ajuda médica, mais rápido sairá desta situação”, aconselha.

Reta Final

Hoje, Ivete já está na contagem regressiva para o fim do acompanhamento de 5 anos. “Maio de 2019 é o prazo final. Durante todo esse tempo já tive muita vontade de desistir, pois os efeitos colaterais provocam outros problemas e, quando a gente percebe, está em tratamento de diversas outras doenças, mas falta pouco”, comemora.

Ivete destaca ainda que a luta não é apenas contra a doença. “É uma guerra. Uma guerra contra a morte, contra os tratamentos que nos agridem, contra a doença, contra o medo, contra os efeitos colaterais, contra suas novas limitações, contra a vontade de desistir…”.

Amor dos familiares, amigos e colegas

Ao lado do marido e dos filhos, Ivete também encontrou apoio nos colegas de trabalho e na construtora Santa Angela. “A empresa nunca cobrou e nem reclamou das minhas ausências para consultas médicas, exames ou tratamento. Claro que sempre procurei agendar fora do horário de expediente, mas às vezes não coincidiam os horários e precisava me ausentar. Este olhar de compreensão da empresa foi fundamental para que eu passasse por este período em paz.”, completa.


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