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Já Pra Casa

Hércules Florence: o que nossa região tem a ver com a invenção da fotografia

08/01/2018


Hércules Florence. Francês de nascimento, brasileiro de coração. Nasceu em Nice, França, dia 29 de fevereiro de 1804, mas passou grande parte de sua vida passou aqui pertinho, em Campinas. Homem de diversas aptidões e trabalhos, sua participação na invenção da fotografia o fez notável em sua época e lembrado até os dias de hoje.
Além do aprimoramento das técnicas e criação dos populares negativos (matriz fotográfica usada para gerar diversas impressões), a ele é atribuída também a invenção do próprio termo “photographie”.

Com menos de vinte anos arrumou um emprego em um navio que vinha em direção ao novo Império Brasileiro. Aqui chegando conseguiu emprego em uma loja de roupas femininas e em uma livraria antes daquela que seria a maior de suas aventuras.

O embaixador russo no Brasil, o Barão Von Langsdorff , organizava então uma expedição com artistas e cientistas para explorar o interior dessa terra  desconhecida. Liderados por ele, esse grupo se aventurou por 17 mil quilômetro e foi algo de grande importância para a documentação em textos e ilustrações, desde tribos até então desconhecidas até da fauna e flora de diversos lugares, passando pelo interior de São Paulo e até a floresta amazônica.

Após isso, Depois dessa grande aventura, Florence estabeleceu-se na então recém emancipada Campinas (que antes era Vila de São Carlos, pertencente à Jundiaí) e casou com Maria Angélica de Vasconcellos, com quem teve 13 filhos. Foi durante essa época que passou a se dedicar às invenções. Além de sua contribuição para a fotografia, ele também inventou uma forma de representação dos sons emitidos pelos animais por meio de notas musicais, chamada zoofonia, além de desenvolver  um método de impressão em cores (muito parecido com o conhecido mimeógrafo), a poligrafia.

Em 1850 ficou viúvo, mas 4 anos depois  casou-se novamente. Com Carolina Krug teve mais 7 filhos e junto a ela fundou na então Campinas o Colégio Florence. Apesar de realizado como pai, esposo e profissional, sempre se ressentiu por não ser reconhecido em vida por suas contribuições à fotografia e muito menos receber qualquer tipo de apoio para desenvolver suas invenções. Declarava-se um “inventor no exílio”.

Após sua morte, em  1879, a sua instituição de ensino continuou existindo, chegando a ser transferida para Jundiaí, onde funcionou por quase uma década.

Legal, né? Já conhecia essa história? Compartilhe-a com seus amigos e ajude a manter a memória desse grande homem!

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